quinta-feira, 16 de abril de 2015

Cinema e sindicalismo:

Diante dos ataques que a classe trabalhadora vem sofrendo, sobretudo naquilo que diz respeito a terceirização, a esquerda revolucionária deve empenhar-se em estratégias para que não apenas os direitos mas os laços políticos do proletariado não sejam destruídos pelo capital. Afim de mobilizar forças culturais, é indispensável não colocarmos em foco o cinema. A organização de um pensamento crítico pode ser facilmente alcançado por meio do filme: o cinema é uma forma de conhecimento sobre a realidade, e logo um poderoso instrumento que pode exercer um papel o revolucionário.
 O sindicato não deve apenas organizar categorias de trabalhadores para lutar em jornadas salariais, mas contribuir na organização cultural que deve fortalecer a consciência de classe. O debate cinematográfico de esquerda passa pelo sindicato.


                                                                                                José Ferroso

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